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HomeArtigoHabitação Coletiva: Repensada

Habitação Coletiva: Repensada

Na AlcoArq, vários desafios de projetar edifícios de habitação multifamiliar já foram propostos e se  encontram executados, e em todos eles se procurava responder às necessidades de habitação mais atuais, e na verdade quais as características que transformariam um simples “novo prédio” num edifício ao qual as pessoas conseguiriam chamar de casa e fosse realmente algo mais.

As repostas a esta questão têm sido várias, mas intrinsecamente, resumem-se a alguns pontos cruciais como:

  • Maiores e/ou melhores áreas –  nem todas as pessoas procuram necessariamente grandes palácios para habitar, pelo contrário muita gente prefere até espaços mais reduzidos, mas a coerência entre espaços e o correto dimensionamento destes, são sem dúvida uma característica que cativa e interessa ao cliente final que habitará esses espaços. Mais do que criar espaços esteticamente apelativos, trata-se de fazer com que esses espaços adquiram a devida funcionalidade.

 

  • O espaço exterior como um elemento imprescindível – cada vez mais a qualificação e dimensão dos espaços exteriores tem sido um elemento chave na decisão de habitar um determinado espaço. No século XXI temos assistido a uma grande percentagem populacional que trabalha remotamente, ou tem um escritório próprio na habitação e este novo modo de vida traz uma grande necessidade de “respiro” e de abrir o lar para o exterior. Daí que um espaço habitacional sem esta qualificação dos espaços exteriores se torne cansativo, exaustante e até depressivo, algo que se tem tido em atenção e se tem refletido claramente no design dos nossos projetos.

 

  • Uma nova leitura estética – algo que é transversal a todos os desenhadores é procurar a inovação, o tentar fazer diferente do que se faz, mas o que aqui procuramos é idealizar os projetos caso a caso, já dizia Álvaro Siza “o meu problema é que tenho pouca imaginação”. Aqui explica-se que por vezes a arquitetura silenciosa ou que melhor se enquadre na envolvente por vezes é a melhor opção a tomar, isto é, o design não tem necessariamente de ser sempre “gritante” ou especialmente arrojado para ser algo interessante ou elegante. Na AlcoArq procura-se designar e decidir opções construtivas e estéticas caso a caso, ideia a ideia, projeto a projeto. Em edifícios de habitação coletiva, existe uma série de desafios a ter em conta que condicionam muito a estética e funcionalidade, como o projeto de SCIE, acessibilidades, AVAC, rede de esgotos, e até a questão da privacidade entre moradores. Tudo questões a resolver e a ter em conta no desenvolvimento de projeto.

 

  • Otimizar recursos e custos – desenhar algo arrojado é simples, desenhar algo diferente ou interessante também, mas considera-se que mais difícil é atingir esses objetivos estético ou conceituais utilizando técnicas e materiais construtivos acessíveis e ecológicos, adaptando essas formas de trabalhar e construir a novos casos e projetos. A ideia mãe passa por atingir resultados estéticos e funcionais ótimos trabalhando com poucos recursos, ou seja fazer uma ótima omelete com metade dos ovos, aproveitando o conhecimento prático e teórico existente na AlcoArq. Na habitação coletiva esta questão é particularmente importante visto que a grande percentagem de edifícios desta natureza a serem desenvolvidos partem de investidores, que pretendem sempre maximizar lucros, sendo necessária uma gestão de recursos otimizada.
Data:

16 de Junho, 2025

Categoria:
Artigo
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